30/12/2008 - 10h42
STJ nega pedido de advogado criminalista preso em operação da Polícia Federal
O vice-presidente do
Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Ari Pargendler, no exercício da
Presidência, manteve a prisão preventiva do advogado criminalista Augusto
Cipriani Prates. Ele é acusado de integrar uma rede que encomendava drogas na
fronteira do Brasil com a Argentina e o Paraguai.
Segundo a Polícia Federal (PF), o criminalista é apontado como suposto elo do
bando liderado por João Carlos da Silva Padilha – assassinado no início das
investigações e substituído por sua esposa, Kátia – com quadrilhas menores e
com fornecedores de drogas.
Em sua decisão liminar, o ministro Pargendler considerou que há justificativas
para a manutenção do decreto prisional de Prates, reveladas na decisão do
desembargador Marco Antônio Ribeiro de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Rio
Grande do Sul (TJRS). “As notícias de homicídios, fraude processual e
corrupção recomendam fortemente a retirada de circulação de todos os
implicados para que a instrução transcorra lisamente”, afirmou o
desembargador.
O vice-presidente do STJ solicitou informações ao TJRS e, chegadas estas,
determinou o encaminhamento do processo ao Ministério Público Federal para
elaboração de parecer.
Coordenadoria de Editoria e Imprensa
Fonte: STJ:
http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&tmp.texto=90486